Polipectomia uterina: quando pode ser indicada em Moema, São Paulo | Cirurgia Íntima Laser
Cirurgia ginecológica · Moema, São Paulo Cirurgia ginecológica e procedimentos Revisão médica: 2026-04-19

Polipectomia uterina: quando pode ser indicada

Entenda Polipectomia uterina: quando pode ser indicada. Veja quando investigar, o que a consulta costuma considerar e como a avaliação individualizada ajuda em Moema, São Paulo.

Polipectomia uterina: quando pode ser indicada | Dra. Laura Brito
Autoria e revisão

Dra. Laura Brito. Conteúdo revisado por Dra. Laura Brito — ginecologista especializada em saúde íntima feminina, CRM54671 | RQE44512, membro de FEBRASGO e SOGESP. Clínica Cirurgia Íntima Laser, Avenida Lavandisca, 741, cj 36 — Moema, São Paulo.

Conteúdo revisado por Dra. Laura Brito — ginecologista especializada em saúde íntima feminina, CRM54671 | RQE44512, membro de FEBRASGO e SOGESP. Clínica Cirurgia Íntima Laser, Avenida Lavandisca, 741, cj 36 — Moema, São Paulo.

Importante

Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui consulta, exame físico, diagnóstico ou conduta médica individualizada.

Resumo rápido

A polipectomia uterina remove por histeroscopia pólipos endometriais que causam sangramento anormal ou comprometem a fertilidade. Procedimento ambulatorial, sem incisões, com recuperação em 1 a 3 dias e material enviado para análise histopatológica.

A polipectomia uterina remove pólipos endometriais por histeroscopia — sem incisões, em regime ambulatorial — aliviando sangramento irregular e melhorando condições para a fertilidade quando indicada.

O que entender sobre este tema

A polipectomia uterina é a remoção de pólipos endometriais — crescimentos benignos da mucosa interna do útero que podem causar sangramento irregular, fluxo menstrual aumentado e, em alguns casos, dificuldade para engravidar.

O diagnóstico é feito principalmente pela ultrassonografia transvaginal, que pode mostrar alterações na espessura e regularidade do endométrio. A histeroscopia diagnóstica confirma a presença e características do pólipo com visualização direta.

A polipectomia histeroscópica é o procedimento de escolha: realizada pela vagina sem incisões, com câmera inserida no interior do útero e pinças ou ansa de ressecção para retirar o pólipo com precisão. É um procedimento ambulatorial na maioria dos casos.

Nem todo pólipo precisa ser removido imediatamente. Pólipos pequenos e assintomáticos em mulheres na pré-menopausa têm chance de regressão espontânea. A decisão de remover considera: tamanho, sintomas, desejo reprodutivo e resultado anatomopatológico.

O material retirado é sempre enviado para análise histopatológica. A grande maioria dos pólipos é benigna, mas o exame é necessário para descartar alterações pré-malignas ou malignas, especialmente em mulheres na pós-menopausa.

A recuperação após a polipectomia histeroscópica é rápida — geralmente 1 a 3 dias com cólica leve e sangramento discreto. O retorno ao trabalho e às atividades habituais costuma ocorrer no mesmo dia ou no dia seguinte ao procedimento.

Quando a polipectomia pode ser indicada

A polipectomia é considerada quando a paciente tem sangramento uterino anormal com pólipo confirmado, pólipo com características suspeitas ao exame de imagem, desejo de engravidar com pólipo presente na cavidade uterina, ou pólipo sintomático que não regrediu no acompanhamento. Em mulheres na pós-menopausa, a indicação de remoção é mais sistemática.

Como a polipectomia histeroscópica é realizada

A histeroscopia cirúrgica é realizada com a paciente sob anestesia local ou sedação leve. O histeroscópio é introduzido pela vagina e colo do útero — sem incisões. O pólipo é visualizado diretamente e retirado com pinça ou ansa de ressecção. O material é enviado para análise histopatológica. O procedimento dura em média 15 a 30 minutos.

Recuperação após a polipectomia

A recuperação é rápida. A maioria das pacientes tem alta no mesmo dia. Cólica leve e sangramento discreto são esperados por 1 a 3 dias. Relação sexual e atividades físicas intensas ficam restritas por 1 semana. A consulta de revisão em 4 a 6 semanas confirma a cicatrização e interpreta o resultado histopatológico.

Por que o resultado histopatológico é indispensável

Mesmo que o aspecto histeroscópico do pólipo seja tipicamente benigno, o envio do material para exame anatomopatológico é mandatório. Alterações pré-malignas ou malignas não são visíveis à inspeção direta e o diagnóstico histológico orienta toda a conduta subsequente.

Perguntas frequentes

Todo pólipo uterino precisa ser retirado?

Não. Pólipos pequenos e assintomáticos em mulheres jovens podem ser acompanhados, pois têm chance de regressão. A remoção é indicada quando há sintomas (sangramento irregular, fluxo intenso), desejo de engravidar, pólipo grande ou resultado suspeito.

A polipectomia histeroscópica dói?

O procedimento é realizado com anestesia local ou sedação. O desconforto pós-operatório é semelhante a cólicas menstruais leves e dura 1 a 2 dias. A maioria das pacientes tolera bem e recebe alta no mesmo dia.

O pólipo pode voltar depois de removido?

Sim, há chance de recorrência. Fatores hormonais que favoreceram o crescimento do pólipo podem permanecer ativos. O acompanhamento com ultrassonografia periódica é recomendado após a polipectomia.

A polipectomia melhora a fertilidade?

Em mulheres com dificuldade para engravidar e pólipo uterino confirmado, a remoção geralmente é recomendada antes de tratamentos de reprodução assistida, pois pode melhorar as chances de implantação embrionária.

Leitura relacionada

Leia também: Cirurgia ginecológica minimamente invasiva

Quer entender melhor seu caso?

Cada paciente tem contexto, sintomas, objetivos e limites próprios. Uma avaliação cuidadosa ajuda a entender o que faz sentido para o seu caso, com orientação individualizada e sem promessas irreais.

Falar com a Clínica